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Por que nos escolher?

Esta música de carnaval me faz refletir sobre a perfeição.

Que ela não existe todo mundo já sabe, mas que todo mundo a busca como um meio de ser visto e reconhecido, isso sim, acontece a todo momento. Essa busca pela perfeição é um fator limitante para que as pessoas expressem o que realmente desejam. Um bom exemplo disso é uma reportagem que vi esta semana sobre mulheres que estão acima do peso e que deixavam de sair  de casa, de curtir o carnaval e qualquer outro momento festivo em família e com amigos porque não se enquadram no padrão social de ser saudável.

O que é ser saudável para você? Esta foi uma das perguntas que minha professora de políticas públicas fez esta semana.

Se você perguntar para alguém: Você é saudável?

70% das respostas vão associar sua resposta a alimentação, 20% aos exames laboratoriais e talvez 5% a saúde mental.

Penso que ser saudável envolve o bem-estar físico, mental e social. Uma antiga definição de saúde fazia referência apenas à ausência de doenças. Mas, atualmente, compreende-se a saúde como um conjunto de ações, hábitos e condições que proporcionam o bem-estar geral do ser humano: a tão buscada qualidade de vida que tem significados variados para cada um.

E neste processo de ter saúde cada vez mais vemos a busca pela perfeição seja do corpo perfeito ou em seguir a dieta da moda ou em ser isso ou aquilo e julgar quem não é. Atualmente a alimentação em contexto relacional pode gerar brigas e discussões intermináveis por busca de quem está certo ou errado e o que é mais saudável ou não por exemplo. Estamos parando de olhar para cada pessoa como um ser único e que nem tudo que é bom para uma pessoa será bom para o outro. Categorizar os superalimentos também é algo prejudicial, afinal é bom para quem? E em qual proporção?

Ser saudável não é apenas sobre o que se come é também sobre o que você pensa, sente, diz e faz. O importante é não ser escrava das imposições. Procure sentir prazer  e mais sentido no que você faz, mesmo se isso for uma dieta ou reeducação alimentar, não importa, no fundo se trata de dieta-modo de viver.

Trabalhe sua autoaceitação, só ela é capaz de vencer a busca pela perfeição por ser uma das bases do autoamor só ela permite que você aumente  sua reputação diante de si mesmo, só ela mantém sua confiança que faz você ter a constância necessária dos seus atos para acreditar que é capaz.

Cada vez mais a ciência mostra que mente, corpo e espírito-seu eu- estão conectados e cada vez mais vamos ver as profissões convergirem em um trabalho conjunto de auxilio às pessoas. Cuidar da mente, do corpo e da sua alma é fundamental, estas coisas não estão separadas, simplesmente, porque elas não estão separadas em você. Todas estão agindo e influenciando uma a outra o tempo todo, ou seja, o que você come interfere no que você pensa, sente e o que você pensa e sente interfere no que você se alimenta. Portanto ser saudável é cuidar de você, é buscar se sentir bem, ter sentido em cada momento que você vive e para que tudo isso aconteça a autoaceitação é fundamental. Aceitar o que não pode ser mudado neste momento e mudar o que realmente está no seu controle de decisões e ações para que a mudança aconteça.

Cada vez mais meu trabalho é direcionado para estimular esta integralidade do ser humano com todas as suas especificidades-mente, corpo e espírito- de cada pessoa como um ser único. E fico muito feliz ao constatar que muitas pessoas também estão buscando estar mais conectadas com si mesmo e interagindo com o mundo de forma única, não para ser diferente e sim para expressar o que se é.

A reportagem que citei acima, fala de mulheres que decidiram pela autoaceitação do seu momento presente e hoje formam a primeira ala de passistas plus size do Rio Grande do Sul. Se você está com medo de botar seu bloco na rua, de sair com os amigos, de paquerar, de ir nos eventos de família, aceite seu momento presente, seja carinhosa com você e bora carnavalizar!

Por que nos escolher?

Existem múltiplos motivos para se desejar ter filhos e hoje podemos listar alguns exemplos abaixo:

  • Desejo de dar origem a uma nova vida;
  • Ter um filho para dar sentido a própria vida;
  • Sentir-se uma mulher ou um homem de verdade;
  • Sentir amor incondicional;
  • Conseguir enriquecer a própria vida com a presença do filho;
  • Ter maior qualidade de vida;
  • Ter anseios e desejos de um mundo melhor;
  • Transpor sua experiência familiar e fazer o papel adequado de mãe e pai para com o filho e desta forma preencher as lacunas que faltou em sua própria infância.
  • Para ter alguém com quem contar;
  • Pela pressão social e familiar;
  • Para viver no filho.

Este são alguns dos exemplos que mais escuto no consultório. Tirando o primeiro o restante colocam o filho como o salvador, de materializar os ideais e faltas dos pais. Segundo Von Lüpke não se pode desejar um filho para reavivar uma relação estagnada. Em muitos casos o desejo de ter filhos não se refere ao filho em si mesmo e sim, em que o filho terá que cumprir como objetivo que os pais sentem que é conveniente para eles.

Por que nos escolher?

Durante toda a infância e adolescência os seres humanos precisam se sentir amados pela mãe ou por uma pessoa maternante por meio de cuidados amorosos até conseguirem andar sobre as próprias pernas. Ainda que a atual sociedade prega exatamente o contrário e que algumas mães não sintam os obstáculos dos filhos, nem acompanhe o desdobramento do ser essencial do filho, claro, por terem elas um distanciamento de suas próprias interioridades, em um emaranhamento profundo, familiar, geracional e transgeracional.

Muitas não sabem nomear as próprias emoções e vivem um constante viver para cuidar do outro-pessoas que não são seus filhos. Diante disso será muito difícil que seu filho se torne uma pessoa amorosa com si próprio sem antes reconhecer o que aconteceu a si quando era criança e isso também é válido para as mães e os pais que se encontram presos no emaranhamento familiar, geracional e transgeracional.

Mas o que isso tem a ver com ser adulto e criança? Se seus pais, principalmente as mãe não sabem reconhecer as próprias necessidades como vão reconhecer as suas na infância?

Para mim a melhor ferramenta que diferencia uma criança de um adulto é o reconhecimento da própria realidade afetiva. Lembrando que existem muitos adultos presos no mundo infantil e portanto agindo como crianças que sofrem.

Usar essa ferramenta significa que cada pessoa olha para as suas deficiências, suas necessidades não satisfeitas e seus medos, antes de dar prioridade às necessidades, genuínas, do outro.

Isso parece simples, mas não é! Já que a grande maioria dos adultos são-em maior ou menor proporção-crianças machucadas. Se dar conta disso faz com que cada pessoa se torne responsável. Esta é a diferença entre ser adulto e criança. Crianças não são responsáveis pelas suas reações porque dependem do cuidado de um adulto. Já os adultos, mesmos os que vêm de histórias difíceis, podem escolher, portanto, nós somos, sim, responsáveis pelas nossas ações. Nós criamos a vida que levamos e isso é fundamental para quem vive o que não gosta e o que gosta, pois assim têm um feedback, quase que imediato, para mudar suas ações ou estimulá-las ainda mais.

Ser adulto requer cessar a busca de ser amado pelos pais e se dar este amor que tanto busca no outro.

Imagina a loucura, a psicose que se organiza na psique de um jovem exausto de brigar para ser amado, esgotado de tanto desespero para ser aceito pela mãe e,finalmente, decidido a deixar de sofrer: inventar, fantasiar, mudar, ajustar a realidade ao gosto de cada pessoa. Isso sim, se torna uma manobra inteligente e eficaz. Já pensou nisso?

Por que nos escolher?

Todos os dias recebo filhos que carregam uma espada que ora é usada para defender os pais e ora para usá-la para sacrificar a si mesmo em detrimento deles. Ambas  as situações os colocam em um lugar, infantil, de heróis, de salvadores dos pais.

Um certo dia de atendimento, recebi Mariazinha, uma mulher de uns trinta e tantos anos com jeito de menina que trazia uma felicidade camuflada para esconder sua dor.

Assim que pergunto: O que te traz aqui?- atualmente tenho acrescentado a esta pergunta  outra: Como posso auxiliar você a se ajudar ou salvar?- Ela dispara sua história que esconde a queixa de não saber porque não consegue assumir sua relação amora para seus pais.

Faço uma escuta ativa sem que ela fale muito, já que para mim o importante é o que seu inconsciente já está me mostrando através da sua linguagem emocional e corporal.

Peço que formule sua frase de intenção-uma frase contendo o que a levou a buscar a constelação, seu problema, conflito ou sintoma por exemplo. Após esta formulação, juntas exercitamos o exercício de conectar com sua frase e observar as emoções que surgem e as nomeamos. Parece algo ridículo, mas atualmente as pessoas não sabem nomear suas emoções e isso me diz sobre sua cisão emocional e com seu corpo. Atualmente as pessoas me descrevem suas emoções como se descrevessem os emojis do celular. Não foi o caso desta cliente, mas é uma recorrente no consultório.

Então pedi que posicionasse os bonecos para representar os elementos da sua intenção para que seu inconsciente se manifestasse através das posições dos bonecos e das sensações corporais-tudo isso não é místico, esta leitura é feita através da linguagem não verbal das emoções e do corpo- Ela se posicionou no meio da relação pai e mãe, não tendo espaço para que o namorado e nem para sua profissão e seus objetivos.

Estar no meio dos pais traz uma dinâmica familiar inconsciente que interfere nas decisões do dia a dia da pessoa de várias formas. Um filho que fica no meio dos pais está funcionando na crença infantil de herói e de sacrifício pela relação dos pais e do sistema familiar. Independente da forma como esta dinâmica atua na vida da pessoa observo uma característica em comum a todos que apresentam esta dinâmica- de uma forma ou de outra foram escolhidos para salvar, cuidar, carregar as dores, fazer companhia aos pais e etc. Esta escolha não é verbalizada, ela é implícita como quando os pais dão tudo para os filhos, quando os pais, principalmente as mães, que dão mais atenção para um filho do que para o outro e o que não recebe atenção ficar preso emocionalmente na busca por amor, atenção, carinho, segurança e ser visto. Esta mesma dinâmica também acontece aos filhos que são os centros de atenção dos pais e da família que no fundo não são vistos e ficam presos na dinâmica para se manterem neste lugar do preferido. Existem várias formas inconscientes dos pais prenderem inconscientemente os filhos, estas não são as únicas.

Os dois primeiros exemplos podem trazer, algumas possíveis, consequências na vida da pessoa: não sair de casa, sair de casa e depender financeiramente dos pais, não casar, não ter filhos, não saber o que deseja profissionalmente, ou seja, quando os pais dão tudo para os filhos os tornam de alguma forma impotentes e incapazes de irem para a vida com as próprias pernas. Outro ponto importante é que a busca incessante pelo amor do outro me faz ligar um sinal vermelho, de alerta, porque pode trazer um padrão ou tendência para relações abusivas, por buscar ser amado, visto e consequentemente a pessoa abrir mão de tudo e de si mesmo em detrimento do outro para conseguir este amor.

Os exemplos são vários, no caso desta cliente ela queria algo e pode ver que emocionalmente ela não se permitia viver o que sonhava devido a um trauma infantil ocorrido em sua fase de desenvolvimento que afeta não só a área do relacionamento, mas que ela também projeta na profissão. Poder ter consciência da dinâmica, do discurso familiar e das crenças que carregava para a nova relação, profissão e que não tinha ninguém a impedindo além dela mesma foi libertador para que ela pudesse decidir se casar e mudar mais tarde.

Neste contexto a tarefa para colocar a constelação na prática do dia a dia foi:

Ser uma observadora de si mesmo e detectar quando estava agindo no automático e fora do lugar, fora das suas funções na família, no profissional e no relacionamento.

Se permitir viver o que sonha através da ação de falar sim para si mesmo 3x ao dia- ações diárias onde a pessoa se sente bem por fazer algo por si, sem culpa, sem raiva, sem fazer escolhas entre dor e prazer, sem ser mãe, pai ou filha com pessoas que não correspondem a estas funções.

Se espelhe neste exemplo e comece a viver de forma mais consciente a suas relações.

Por que nos escolher?

Se você se identificou com esta afirmação, segura seu entusiasmo que já vou explicar de qual controle estou me referindo. Antes disso quero dizer que só é possível controlar uma coisa: nossas ações e quando fazemos isso algo terrível acontece: nós não temos mais a quem culpar, não poderemos terceirizar nossa responsabilidade pelo planejamento e felicidade da nossa vida.

Você está preparado para isso?

Para deixar este lugar de vítima, este papel de reclamador, este hábito de paralisia ao construir seu muro das lamentações? Controlar a si mesmo é cessar a busca pelo amor e aprovação do outro, é buscar a si mesmo, é fazer o que é preciso por você, no fundo é ser a princesa que si salva sozinha.

Quanto medo tem no ato de abandonar as lamúrias e hábitos paralisantes? Quando sua dor for maior que o medo você mudará? Sempre faço estas perguntas no consultório quando me perguntam: Kenya, quando as coisas serão diferentes para mim? Confesso, quando as faço, não consigo ficar sem respostas.

Tenho observado que a mudança só pode ocorrer quando a dor da transição se torna menor que a dora de aceitar o status quo-momento presente. Outra coisa muito presente é o apelo a um poder superior que pode ser Deus, o chefe, o sistema, a família e isso acontece quando as pessoas não sabem ao certo porque algo acontece, muitas vezes repetidamente da mesma forma ou de outras maneiras. As pessoas não têm consciência do que fazem e porque fazem.

Um hábito muito presente na vida dessas pessoas que têm dificuldades de mudar é o argumento de fazer para o bem de todos e esta defesa se baseia na crença de que quando alguém faz uma escolha em benefício próprio os outros são prejudicados. Assim o status quo é mantido e não questionado. A ordem é imposta e quem ousar fazer diferente já se sente punido e muitas vezes isso ocorre mesmo depois dos fundadores ou disseminadores da crença terem morrido. Sim! Tô falando de família, de relações pais e filhos e dos discursos familiares, para não dizer maternos.

Saídas, muitas vezes você não as terá, mas alternativa, escolhas conscientes para caminhar em direção a sua vida de forma adulta, saudável, sempre tem se você estiver consciente das dinâmicas familiares por trás do que vivencia. Eu sei que falar sim e não pode ser bem doloroso e é necessário ter este aprendizado mesmo que na vida adulta se ele não foi estimulado em sua infância. Essa dificuldade de se posicionar traz a projeção familiar que você fará na vida em forma de uma crença de que as pessoas sempre tentarão impedi-lo de fazer a coisa certa se ela for diferente ou pode ser uma verdade segundo Warren Buffett.

O fato é que as escolhas que são opostas e não convencionais geralmente questionam as crenças familiares e os padrões já pré-determinados. E a pessoa terá a árdua tarefa de enfrentar esta muralha da oposição que deseja inconscientemente ou conscientemente manter o status quo familiar. Muitas vezes contornar os obstáculos será uma estratégia útil para alcançar o que se deseja, lutar pelo que se quer de forma inteligente, sendo você, fazendo suas escolhas independente das punições familiares.

Por que nos escolher?

Segundo Vivian Broughton o trauma é a questão mais difundida e não abordada de nossa sociedade; isso afeta todos nós, individualmente, coletivamente, socialmente e globalmente. Com a Constelação do Trauma observamos que os psicotraumas afetam profundamente a capacidade de sermos autônomos e auto responsáveis, de saber quem realmente somos e a nossa capacidade de criar e manter relações construtivas e satisfatórias.

Existem muitas dúvidas sobre constelação e uma delas é se podemos constelar para outra pessoa.
Você acha que pode curar alguém além de você?

Ninguém pode curar o trauma de outra pessoa, então devemos começar com o indivíduo … você. Este post é um convite para você pensar em si sobre uma perspectiva diferente, a perspectiva da sua identidade, da sua autonomia e do seus psicotraumas, e não sobre os traumas do outro que não tem como você mudar.

Desde muito cedo os traumas podem provocar a cisão da psique(alma) da pessoa e o impacto transgeracional de traumas vividos na relação com os pais ou quem faz esta função, também trazem dores que afetam sua vida.

A constelação do trauma é um processo, um convite para sua jornada desde a sua concepção, passando pelo tempo que vai do útero até o nascimento, a primeira infância, a infância até a vida adulta, e isso é feito sob a perspectiva de compreender o impacto de chegar a um contexto que pode estar traumatizado.

Quando se quer curar o outro estamos fora de lugar e muitas vezes fechando os olhos para a parte que devemos curar em nós.

Aguardem os próximos posts! Também veremos o que significa ter uma identidade saudável, saber quem você realmente é e como os eventos traumáticos e as “heranças” podem minar isso e, em seguida, o que você pode fazer a respeito.

Por que nos escolher?

Para falarmos de psique, antes precisamos falar sobre o que compões o corpo humano.

Segundo a física moderna o corpo consiste tanto de partículas sólidas como de ondas eletromagnéticas, ou seja, sistemas energéticos de diversas formas.

A palavra psique vem do grego e significa sopro de ar que se traduz para o mundo moderno como sopro de vida, força vital. Portanto psique não é algo material, ela está no falar, perceber, sentir e pensar do intelecto humano. Quando se fala de psique parece algo adicionado ao corpo humano a partir do exterior, o que leva à ideia de que corpo e psique são independentes um do outro. Em todas as culturas existentes esta visão dual que considera que o corpo e a psique ou alma são algo separado por princípio.

Segundo Franz Ruppert a psique é uma ação conjunta de matéria, energia e informação de igual maneira que o corpo é uma interação de qualidades materiais, energéticas e de informação. Se tratarmos a psique e o corpo como algo separado, isso pressupõe que estamos todos fragmentados, ou seja, um corpo sem mente e uma mente sem corpo e são inseparáveis, ou seja, cada pessoa é em cada segundo de sua existência e com cada fibra de seu ser, uma unidade de matéria, energia e informação que se desenvolvem de forma conjunta.

Como tudo isso começa?

Ao observarmos o desenvolvimento humano, podemos constatar que começa com o crescimento celular do corpo em que paralelamente se formam cada vez mais propriedades psíquicas. Ou seja, com a fusão do óvulo e do espermatozoide que tem como função se desenvolverem sistematicamente até se formar um embrião e assim sucessivamente.

A psique tem funções bem definidas: proporcionar o acesso às diferentes realidades que são significativas para um organismo em contínuo processo de desenvolvimento e  mudança. Através da sua função pode-se detectar a realidade interior e a exterior. E uma das suas características mais importante é ser multimodal, isto é, usa diferentes canais para fornecer as informações necessárias em seu ambiente correspondente.

Seu objetivo principal é a sobrevivência e a conservação da sua espécie, para isso desenvolve sua principal capacidade de se ajustar às mudanças do entorno. E sua qualidade particular é lidar com as realidades em mudança de uma maneira inteligente.

11 Fatos importantes sobre a psique:

  • Aparentemente, somente os humanos dispõe de uma psique.
  • Reproduz de forma específica a realidade e parte dessa realidade existente serve para a conservação da espécie que é útil para sua multiplicação é representada no nível psíquico.
  • Faz com que o homem se distingue do restante dos seres vivos como os pássaros por exemplo.
  • Tem funções diferentes no que se refere a sexualidade masculina e  feminina.
  • Tem 03 diferentes processos segundo a psicologia: processos psíquicos inconscientes, semi conscientes e conscientes.
  • Abarca várias formas de percepções: ver, ouvir, cheirar, saborear e sentir.
  • Compreende várias formas de sensações e sentimentos: sensações corporais e emocionais onde os sentimentos são mantidos pelo contato temporal.
  • Se comporta por várias formas de pensamento.
  • Dispões de uma série de formas de memórias que apoiam o perceber, sentir e pensar mediante o amadurecimento de informações a curto e longo prazo.
  • Dá aos homens a capacidade de ser consciente de si mesmo.
  • Os processo psíquicos em lugar de forma isolada ou transformado em comportamentos ou ações.

Para que a psique possa cumprir sua função em toda a sua extensão, o perceber, sentir e pensar têm que estar conectados entre si. É necessário um processo em conjunto de associação e integração que junte o que aparentemente foi captado em separado e que compreenda as diversas realidades de forma cada vez mais precisa.

Por que nos escolher?

A metodologia do Trauma/Psicotraumas- movimento das “novas constelações”. A metodologia consiste em identificar e incluir os traumas que atuam na vida do indivíduo desde a fecundação.

Franz Ruppert, psicólogo alemão e pesquisador e professor na universidade de Munique na Alemanha, traz grandes reflexões e estudos sobre os Psicotraumas e seu impacto na psique e na vida diária do indivíduo.

Através desta metodologia pode-se ver claramente como a psique humana pode ser fragmentada e até cindida desde as fases iniciais da vida. Neste trabalho lidar com a realidade e identificar o eu (saudável, traumatizado e de sobrevivência) é doloroso e ao mesmo tempo libertador e fortalecedor.

Franz Ruppert utiliza a técnica da constelação familiar em seu trabalho de traumas. A aplicação da metodologia em conjunto com a técnica da constelação nos permite ver como a psique está atuando sobre a influência do seu sistema familiar e dos psicotraumas vivenciados pela pessoa auxiliando na possibilidade de reintegração de suas partes fragmentadas e identificação do que realmente é você e do que é a influência do seu sistema familiar atuando sobre você.

Este trabalho é um processo, exigindo mais de uma sessão que pode ocorre de acordo com o desenvolvimento de cada pessoa. 

Esta metodologia mostra que não existe solução sem a sua participação. É fundamental que você esteja engajado no processo e na busca por identificação e autonomia. E a responsabilidade é estabelecida desde a sua frase de intenção, ela é intransferível e somente você deve formulá-la, porque somente você sabe o que é melhor para você mais ninguém.

Por que nos escolher?

A Constelação Familiar é uma técnica psicoterapêutica realizada de forma breve e assertiva para a cura das relações humanas dentro dos sistemas familiares, empresariais, educacionais, sintomáticos (doenças) e jurídicos. Esta técnica de ressonância  que nos permite localizar bloqueios geracionais e transgeracionais e dinâmicas ocultas que atuam no inconsciente da pessoa e de seu sistema familiar que podem impedi-lo de conquistar e estruturar a vida da forma que deseja.

O que é ser Constelado?

É sentir e olhar…

  • Para sua biografia desde a fecundação até o momento atual.
  • Para sua criança interior ferida, seu adulto e para a sua parte que sobreviveu a todos os traumas/psicotraumas até o momento.
  • É ver de onde vem as dores que sente hoje em forma de sintomas, conflitos e problemas.
  • É querer dar um passo em direção a você.
  • É desenvolver o amor incondicional a si próprio.

O que é ser Representante?

  • É auxiliar o outro a olhar para sua biografia.
  • É esvaziar-se de intenções e estar consciente de si para informar com clareza as emoções corporais vivenciadas pelo sistema do costelado.
  • É ocupar um lugar na constelação e se colocar a serviço do sistema representado.

Ambas as modalidades de participação tem a função de auxiliar a pessoa em seu momento.

Se você ainda tem dúvidas venha participar de uma vivência em grupo. Somente quem participa consegue entender a amplitude do significado do que experiência em cada vivencia.

Veja a data da nossa próxima vivência clicando em nossa Agenda

Por que nos escolher?

A Ressonância é um termo usado em ciência para denotar a tendência de um sistema a oscilar com maiores amplitudes em certas frequências de vibração. Quando um sistema opera na frequência de ressonância, quantidades significativas de energia são liberadas. É por isso que você se sente atraído por pessoas que estão operando no mesmo nível de desenvolvimento psicológico que você.

Quando você se reúne com mais pessoas, você sente a ressonância e a energia fluir entre vocês. Você se dá bem com essas pessoas, vocês têm interesses e necessidades semelhantes, vocês compartilham experiências semelhantes e, mais importante, vocês têm valores semelhantes.

Quando você já não ressoa com alguém ou com um grupo específico de pessoas, vocês têm pouco a dizer um ao outro. As conversas vão definhando; o que importa para eles não é mais o que importa pra você, que fica ansioso para sair de perto deles. Não há troca de energia quando você interage com o outro, isso porque vocês estão operando em diferentes frequências energéticas; não há ressonância.

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