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Por que nos escolher?

Você já parou para pensar quando o seu sonho começa?

Parece uma pergunta ridícula, mas ficar só sonhando com seu sonho não vai torná-lo real.

Seu sonho começa quando você decide conquistá-lo. Quando você realmente olha para ele e traça metas diárias para torná-lo real.

Se você é daqueles que todo ano faz sua lista de coisas para fazer e ao final fica chateado por não ter conquistado nenhuma meta traçada, então você realmente está precisando de um profissional de coaching para te auxiliar.

É imprescindível ter objetivos na vida, são eles que nos movem e quando falo de objetivos não estou falando de casar e ter filhos e ser feliz para sempre. Isso são fases da vida. Se você entende fases de vida como objetivos é preciso reavaliar seus valores internos, seu propósito, o que te faz levantar da cama todos os dias para fazer o que faz.

Para saber qual é o seu propósito e seus valores é preciso saber o que te move.

Se você está nesta busca responde sem titubear:

O que faz seu coração pulsar?

O que você faz, que nem vê as horas passarem?

Com quem e onde você está quando isso acontece?

Estas são algumas de várias perguntas que podem nortear a descoberta de si.

Agora se você é daquelas pessoas que ao final de um ano cumpriu alguns dos seus objetivos, então você realmente se importa com você e com a realidade que quer viver.

Você é responsável pelo que vive, co-crie a vida que deseja viver!

Por que nos escolher?

Como você está construindo sua imagem na Internet?

O que sua exposição nas redes sociais e nos grupos de aplicativos de trocas de mensagens dizem sobre você?

A internet é hoje o principal canal de busca para diversas áreas, seja por profissionais, por empresas, por pesquisas de estudo, por localidades e informações em geral.

Quando alguém digita seu nome na busca do google, por exemplo, que informações são encontradas?

A forma como você se relaciona na internet e como se expõe diz muito sobre você, sobre seu estado emocional, seus relacionamentos, o que faz, com quem faz entre outras informações. Quando você opina ou simplesmente replica um post na sua timeline você passa várias informações sobre você, sobre seu trabalho e sua empresa.

Com o advento da internet e da globalização hoje as aulas de etiquetas se fazem necessárias para o ambiente online. Estas regras de boas maneiras vem se tornando imprescindível para esse universo de opiniões polarizadas, para pessoas que perderam o controle sobre o que compartilham e para várias outras situações em que o senso de educação, privacidade e interesse não são observados.

Se você é uma daquelas pessoas que ao primeiro gole de bebida, a um sinal de nervosismo ou com um desejo de passar informações sobre sua vida perfeita nas redes sociais, dispara várias mensagens, áudios, vídeos e fotos, cuidado! Você pode está comunicando o que não deseja  e isso pode interferir nas suas relações pessoais e profissionais e até mesmo na sua futura contratação. Muitas empresas estão conectadas ao universo online e já checam as redes sociais antes de efetuar contratações.

Tudo que você compartilha na internet passa uma imagem e que consequentemente expressa um perfil sobre você, sua vida, seus hábitos, opiniões, perfil de amigos, o que consome e uma infinidade de informações que não imagina e que estão lá quando você compartilha.  A internet é um mundo virtual que tudo que você posta pode ser usado a seu favor ou contra você. Exponha somente o que é realmente relevante sobre você, seu trabalho e sua empresa, por exemplo, o tempo se tornou algo muito valioso e ninguém quer perdê-lo com assuntos sem relevância. Muitas vezes o que você considera importante e muito legal só  é para você, tenha certeza do que está compartilhando antes de clicar no botão enviar.

Segundo Stephanie Kohn estas são algumas regras que você deve seguir nas redes sociais:

Facebook:

– Antes de marcar alguém em alguma foto, peça permissão. Afinal, nunca sabemos se a pessoa vai querer se expor naquela situação.

– Se você precisa dar um recado a alguém, cobrar ou até mesmo relembrar algum caso, faça por mensagem privada. Nem sempre a pessoa marcada no post gostaria de compartilhar essas informações com todos os amigos da rede.

– Cuidado ao compartilhar correntes, vídeo, fotos e textos pronto. Você pode estar entupindo a timeline de seu amigo com coisas repetidas, além de ser tachado de chato ou sem opinião. Tenha critério ao publicar conteúdos. Bom dia, boa tarde, boa noite, passei para te desejar um lindo fim de semana, de declarações de amizade não significa que você está tendo uma conversa significativa. Expresse que a pessoa com quem você se relaciona é única e importante compartilhando somente o que interessa. Mensagens repassadas expressão muito automatismo e uma necessidade de que você está dedicando muito do seu tempo ao universo online ao invés de conviver, contato humano, vida real.

– Evite postar informações irrelevantes sobre o seu dia a dia. Se expor sem necessidade pode soar egocêntrico da sua parte, além de, mais uma vez, encher a timeline de seus colegas com conteúdos pouco interessantes.

-Tenha cuidado ao expor suas opiniões, especialmente sobre assuntos polêmicos. Lembre-se que, diferente de uma discussão ao vivo, suas palavras serão armazenadas por muito tempo e, se você for grosso ou mal educado, todos vão se lembrar disso com frequência.

– Jogos e aplicativos são legais, mas pare de ficar mandando convite para esse tipo de coisa dentro da rede social. Cada um tem suas preferências e, provavelmente, já deve conhecer algum joguinho que o agrade.

Twitter:

– O retuíte é uma ferramenta que deve ser usada de vez em quando, ou seja, nada de ficar retuitando qualquer post. Assim como no Facebook, o critério é essencial para não atrapalhar a timeline dos outros e não queimar seu próprio filme.

– Como a rede social só permite 140 caracteres, é preciso se expressar com cuidado. Uma frase pode ser facilmente mal interpretada. Por isso, preste atenção no que você tem a dizer e diga com cautela.

-Nada mais feio do que “roubar” frases de alguém. Se você gostou de alguma citação, dê a fonte e indique qual amigo foi o autor da mensagem.

– Não use o Twitter como MSN. Poste mensagens relevantes e com intervalos de tempo. As pessoas não vão querer que você encha a timeline delas somente com seus posts.

– Uma das vantagens do Twitter é poder estar próximo de seus ídolos. Mas, cuidado para não bancar o fã maluco e ficar enviando mensagens de cinco em cinco minutos. E muito menos comentando qualquer post da pessoa.

Você tem alguma dica de etiqueta que merece ser seguida? Compartilhe conosco nos comentários abaixo.

Por que nos escolher?

Mais um dia único nos atendimentos do consultório. Quero agradecer a todos pelo incentivo para continuar compartilhando o que experiencio com o meu trabalho de Coach, Orientação Vocacional/Profissional e Terapia Sistêmica Fenomenológica. O último post: Por que minha mãe me odeia? teve uma repercussão muito positiva das pessoas e se você ainda não leu clique aqui .

Hoje atendi dois irmãos, Joãozinho e Pedrinho (nomes fictícios) que vieram para sessão separadamente, mas ambos no mesmo dia. Eles vieram impulsionados pela prima que fez uma sessão comigo e logo depois indicou a mãe deles e ao perceberem algumas mudanças na mãe também buscaram pela sessão.

Pedrinho é o 5° filho de um total de 6 filhos da mãe. Ele chegou disparando duas queixas iniciais: há 4 anos estudo para concurso e não estou tendo o resultado esperado e minha relação com meu irmão, mais velho, é péssima. Desde que ele voltou para casa, minha vida se tornou um inferno. Meu pai morreu quando éramos criança e meu 1° irmão (Joãozinho) entrou nesta função de marido da mamãe e querendo ser o meu pai. Joãozinho nunca gostou de estudar, trabalhava com minha mãe desde a adolescência, quando nosso pai faleceu e hoje vive as custa dela, diz ele indignado com o irmão.

Neste momento pensei nas funções que desempenhamos na família, na cegueira causada pelo estresse emocional e que muitas vezes queremos salvar nossa mãe nos tornando filhos parentais (pais dos pais), brigamos com irmãos por achar que eles são mais vistos e assim ambos ficam presos na mãe, com a expectativa de ajudá-la e de serem vistos e amados como o melhor filho. Quanta ilusão nossa criança ferida cria!

Observo em seu discurso que ele cria essa certeza de que o irmão quer acabar com todo patrimônio da mãe e consequentemente com o dele. E logo penso nas famosas histórias de heranças. E reflito sobre: O que é uma boa herança para um filho? Como os pais devem equilibrar o dar, que algumas vezes pode ser excessivo para os filhos? Como devem estes pais se  relacionarem com os filhos para que não causem disputas? E enquanto ele fala finalizo minhas indagações com: Quanta falta faz um pai presente na vida dos filhos? E quais as consequências dessa perda para a família? E termino minhas reflexões com um aprendizado adquirido com o estudo sistêmico fenomenológico: A função dos pais é se tornarem desnecessários e a impressão que tenho é que ninguém sabe disso, nem os pais, nem os filhos.

Ele segue falando: eu gosto de estudar, mas confesso que fiz minha faculdade meio “nas coxas”, tentei empreender, mas sem resultados efetivos assim como meu irmão. E depois disso resolvi estudar para concurso. Neste momento pergunto o que você busca no concurso? E ele responde: eu quero estabilidade e segurança. Neste momento me lembrei de quando eu também já busquei por isso e o perguntei: O que faz você se sentir seguro e estável? Ele fica pensativo e nada ouço. Espero mais um tempinho e pergunto novamente: O que precisa acontecer para que você se sinta seguro? Quando foi a última vez que você se sentiu assim? Ele permanece pensativo. E continuo com as perguntas para auxiliá-lo nas reflexões: E o que você pode fazer hoje, para se sentir assim?

Ele finalmente responde: Eu preciso entender porque não consigo o que quero, percebo que me saboto o tempo todo. Eu defino meus objetivos, estudo, estudo e não saio do lugar. Isso me faz perguntá-lo: E onde você está parado agora? Ele responde: na casa da minha mãe, e quando penso nisso, acho que sempre estive lá, conclui ele. E que função você desempenha na casa da sua mãe? Ele responde: eu a protejo do meu irmão mais velho, eu tento controlar o barco para ele não naufragar. E eu novamente pergunto: Isso é função de filho? Isso está funcionando? ele diz: Não, definitivamente não está. E inevitavelmente pergunto: Se você está controlando o barco da sua mãe, e nem está fazendo sua função, quem é você? E quem controla o seu barco?Ele responde: eu achava que era eu, mas vejo que estou me distraindo com toda essa disputa e preocupação com ela. E eu pergunto: Por que você está se distraindo? E ele com lágrimas nos olhos diz: porque eu não posso ser e ter aquilo que deveria ser e ter até que minha mãe seja o que deveria ser. E eu novamente pergunto: e quem você acha que ela devia ser? Ele volta a ficar pensativo e emotivo. e eu o estimulo a refletir novamente perguntando: E quem você deveria ser e ter?.

Neste momento as emoções o inundam e ele chora de soluçar. E eu deixo e estímulo esse momento dele, para que ele possa sentir a dor de não estar sendo ele e nem fazendo nada por si próprio, de estar ocupando uma função que não é sua por amor incondicional a mãe. E enquanto isso penso em uma citação de Martin Luther King Jr que diz: “Qualquer coisa que afete diretamente alguém afeta a todos e com isso eu nunca posso ser aquilo que deveria ser até que você seja o que deveria ser, e você nunca pode ser aquilo que deveria ser até que eu seja aquilo que deveria ser. Está é a estrutura inter-relacionada da realidade”.

Após deixar as emoções fluírem ele se sente melhor e o corpo que estava rígido e tenso, relaxa e se aquece. Neste momento peço que formule uma frase de intenção para iniciarmos o trabalho fenomenológico. Durante o trabalho várias emoções surgiram e ele pode ver algumas dinâmicas atuando em sua família e em si próprio. Pode ver que ele e o irmão estão inconscientemente preenchendo o vazio da mãe. Que quando ele olha para seus projetos e se direciona para sua vida o irmão mais velho se sacrifica para que ele possa ir, só para a mãe não ficar sozinha com sua dor. E que ao ver essa dinâmica ele desiste de caminhar, de olhar para seus projetos e seu corpo paralisa em uma rigidez total e fica aguardando que o outro irmão também possa ir para vida, e quando o irmão se move, quem fica preenchendo o vazio da mãe é ele.

Então eu o pergunto: Quem está controlando tudo isso? Quem controla quem vai e quem fica?E ele responde: Acho que inconscientemente, minha mãe e percebo que com isso nós dois ficamos presos tentando ajudá-la. Neste momento a dor o invade novamente e ele vê seus projetos o olhando e  o aguardando e ele preso no mesmo lugar, assim como o irmão sem conseguir se mover. Sente o seu corpo congelado e rígido, em pânico de deixar a mãe sozinha.

Encerramos a sessão logo após ele sentir estas emoções e poder integrá-las em seu corpo. Neste momento ele me diz que era o que precisava ver e sentir. Que achava que o irmão estava passando a mãe para trás, mas que pode ver o quanto esse irmão foi o “ralo” da família, que ocupou o lugar do pai que morreu e que vê ele substituindo a função de marido da mãe e ele como sendo o pai e a mãe da mãe, como seu protetor, quem a orienta e que sentiu uma dor muito grande, por ver que a mãe não está disponível para ele como ele imaginava. Após sua fala tem um insight de quando o irmão se mudou e ele se tornou o reizinho da casa, o xodozinho da mãe, que na época se sentia especial, sendo visto, mas a que preço? ele se indaga. E que foi importante ver e sentir que ainda está neste lugar, esperando a mãe ficar forte para conseguir ser a mãe que ele queria e que agora ele pode olhar para o irmão com outros olhos, sem essa disputa infantil para ver quem fica colado na mãe e com a ilusão de ser o filho preferido que salvam a mãe.

Neste momento eu o pergunto: Será mesmo que sua mãe é fraca como você acha? Ou isso é apenas uma interpretação sua? Me descreva um exemplo de fraqueza dela e seu? Ele fica mudo tentando lembrar e não consegue. E eu volto a perguntar: Então você poderia me descrever momentos de força dela e seu? E ele começa a falar: Sim ela é muito guerreira e com essa crise tem trabalhado duro para tudo seguir bem para nossa família e para os funcionários da empresa. E eu, estou sempre achando que ela não dá conta e fico achando que tenho que fazer algo por ela. E eu o pergunto: Que mãe é essa que você tem internalizada dentro de você e que você ainda aguarda ser visto por ela? Ele responde pensativo, concluindo que foi ótimo olhar para a realidade das suas relações familiares, para o fato de estar paralisado neste lugar na esperança de ser visto por uma mãe que ele deseja que fosse diferente dá que realmente tem e que agora se sente mais fortalecido para olhar para si próprio e compreende melhor o que está acontecendo com ele.

Finalizamos o atendimento e eu o digo: a oportunidade dança com aqueles que já estão se movimentando no salão e quem escolhe a música que vai dançar é você. Você é o único responsável pelo que vive e pela construção da sua solução. O único que pode mudar tudo é você, só basta decidir e começar a fazer suas escolhas.

Quanto mais eu estudo sobre o trabalho das constelações, mais fica claro para mim que a solução não é construída no trabalho fenomenológico, este não é o objetivo dessa técnica. A verdade é que quem constrói a solução é o cliente, em suas escolhas do dia a dia. Quando me perguntam sobre isso eu pergunto: e onde fica a auto responsabilidade de cada pessoa com seu processo? E como fica o equilíbrio do dar e receber dessa relação terapeuta cliente? Em qual função esse terapeuta se coloca quando quer construir a solução para o cliente?. Deixo aqui estas perguntas para reflexão.

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